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Dispositivos móveis e a formação para a cidadania digital.


CBIE 2018

Congresso Brasileiro de Informática na Educação


Dispositivos móveis e a formação para a cidadania digital: o desafio de família e escola



1. Introdução

No final do século XX o mundo assistiu a uma revolução apenas comparável - em abrangência e profundidade de mudanças na sociedade - à Revolução Industrial do século precedente. O advento da internet, desde sua popularização nos Estados Unidos por volta de 1990 e no resto do mundo, em meados de 1995, vem forjando, definitiva e velozmente, uma nova sociedade.

Não apenas os conceitos de modos de comunicação foram modificados, mas também aqueles de tempo, espaço e velocidade. Um novo mundo de possibilidades abriu-se, rapidamente, diante dos olhos abismados das gerações prévias. No entanto, as pessoas nascidas já no novo século, assimilaram os novos conceitos que se desenhavam com a naturalidade esperada de quem é exposto, desde a infância a uma ferramenta específica.

Temos então uma nova geração que se forma, construída em um mundo novo, significativamente diferente daquele de seus pais ou avós. Essa nova geração, nascida dentro dos novos conceitos de sociedade virtual, encontra-se deslocada e isolada às voltas com um mundo que se descortina diante de seus olhos habituados a ele, mas totalmente novo para os demais habitantes do planeta. Temos, então, crianças e adolescentes com acesso irrestrito à informação, independentemente de sua localização no globo, ávidos por conexões rápidas e descomplicadas, assim como permite a internet.

Do outro lado temos adultos nascidos nas gerações anteriores, onde os limites de tempo e espaço apresentavam-se definitivamente mais restritos. Esses dois grupos devem lidar com a inovação, com as novas possibilidades, conceitos, limites – ou alargamento deles - ferramentas apresentadas onde, ainda não há uma clareza acerca das regras que regem as interações no novo modelo apresentado.

2. Desenvolvimento

A exposição dos jovens, crianças e adultos à internet, mesmo que o acesso irrestrito à rede ainda não seja um fato consumado e garantido para muitas populações do planeta, apresenta possibilidades infinitas de interação e aprendizado mas também situações e ameaças novas, inexistentes no modelo antigo de sociedade. Não queremos aqui afirmar que tais ameaças tornaram-se reais e possíveis somente devido às novas ferramentas como celulares e tablets, mas que seu alcance e abrangência foram multiplicados exponencialmente por elas.

Em um ambiente onde muitos têm acesso irrestrito, dentro de suas casas, escolas e na palma de suas mãos, o mesmo não é verdade para grande parte da população mundial, que carece de computadores, celulares, tablets e mesmo de rede disponível. Até o ano de 2013, sessenta e um por cento da população mundial não contava com acesso à internet e somente trinta e nove por cento podia usá-la de maneira ininterrupta (sem queda de rede) para pesquisa e comunicação. Outro fato chama a atenção se observarmos que a diferença entre a parcela da população que tem acesso à internet nos países desenvolvidos é mais que o dobro daquela que o possui em países em desenvolvimento: setenta e sete por cento em países desenvolvidos contra trinta e um por cento em países em desenvolvimento.

Dentro de um mesmo país, como no exemplo do Brasil, a diferença entre a população que tem acesso e possibilidades de adquirir os gadgets necessários para fomentar o acesso à rede é significativa. No Brasil, por exemplo, apesar de grande parte da população ter um celular à disposição, muitas pessoas ainda dependem das redes Wi-Fi por não terem meios de garantir uma rede privada de acesso à rede. Os números mostram a seguinte realidade nacional até o ano de 2011, através da pesquisa do IBGE:


Apesar do crescimento constante do número de internautas, até a última pesquisa realizada pelo órgão, menos da metade da população brasileira tinha acesso constante à rede. Essa disparidade trona-se preocupante quando considera-se o desenvolvimento de uma sociedade igualitária e conectada, com as mesmas possibilidades de comunicação e desenvolvimento.

No entanto, compreende-se que o tempo relativamente curto em que as novas tecnologias vêm sendo usadas no mundo, não permitiu ainda que fossem tomadas medidas eficazes de acesso em larga escala, uso e segurança e que fossem criadas normas de conduta universais de modo a orientar e proteger seus usuários sobre a melhor maneira de utilizar as novas e poderosas ferramentas sem que isso causasse danos a si e a terceiros. A internet, em si, como nova ferramenta, vem apresentando-se como um terreno completamente novo e inexplorado, onde ainda não há regras e leis que regulamentem seu uso e as interações humanas através dela. Algumas iniciativas isoladas de governos mundiais vêm sendo tomadas de modo a regulamentar o comércio através da internet, por exemplo, mas uma lei digital, substancial e de largo alcance e conhecimento da população e juristas ainda carece de aperfeiçoamento e divulgação.

Cyberbullying, aplicativos de incitação ao suicídio, roubo de dados através de computadores e celulares, exposição íntima na internet e cyberstalking, são apenas algumas das novas modalidades de agressão possíveis e para as quais os usuários da internet não estão preparados, simplesmente pelo fato de que, em momento algum existiu tal preparação. Reconhece-se o fato de que existe uma nova ferramenta, de largo alcance, mas não há, de maneira geral, por nenhuma das instituições sociais e governamentais, uma orientação formal, parâmetros definidos e difundidos entre a população, que regulamentem seu uso. Entre fascinados e desinformados, usuários expõe-se a todo tipo de situação em um ambiente desconhecido, cometendo e sofrendo agressões causadas pelo desconhecimento e despreparo generalizados.

Famílias, escolas e governos encontram-se de frente a um desafio que deve ser abordado em conjunto de modo a construir novas gerações de usuários que sejam cidadãos digitais, ou seja, cidadãos responsáveis e preparados para atuar e colher os benefícios de uma sociedade baseada na aplicação responsável da tecnologia.



A cidadania digital

Os nove elementos da cidadania digital, elaborados nos Estados Unidos pelos educadores Mike Ribble e Gerald Bailey, surgiram como um guia, uma base para que as escolas, terminantemente inseridas na nova era da comunicação, pudessem trabalhar na criação de uma sociedade digital responsável e saudável. Seu livro, Digital Citizenship in Schools, lançado em 2007, oferecia, quando de seu lançamento, um passo a passo para escolas que desejassem criar uma consciência de responsabilidade digital em seus alunos.

As escolas americanas tinham então, em mãos, e através do currículo diretrizes necessárias para contribuir na formação desta nova sociedade atuando de maneira eficaz no desenvolvimento dos nove elementos da cidadania digital que compreendem: acesso digital, comércio digital, comunicação digital, letramento digital, etiqueta digital, lei digital, direitos e responsabilidades digitais, saúde e bem estar digitais e segurança digital.

3.1. Acesso digital: participação eletrônica irrestrita na sociedade

Precisamos considerer que nem todas as pessoas no mundo têm as mesmas oportunidades quando consideramos o uso da tecnologia. O ponto crucial para o estabelecimento da cidadania digital é o desenvolvimento de direitos iguais no que concerne o acesso e a atuação das pessoas no mundo eletrônico. A exclusão digital, dificulta o crescimento de sociedades que estão cada dia mais ligadas ao uso da tecnologia. O foco de governos mundo afora deveria girar em torno da promoção da expansão do acesso à tecnologia para que alcançasse todos os seus cidadãos. Considerando-se o fato que nem todos têm acesso ao uso de tecnologia, seja acesso a aparelhos ou a redes, outros meios de acesso deveriam ser pensados para solucionar o problema. Uma sociedade produtiva requer acesso digital a todas as pessoas que compõem sua população.

3.2. Comércio digital: compra e venda de bens e serviços por meios eletrônico

Atualmente, uma grande parcela das negociações de compra e venda de bens e serviços vem sendo feito por meio eletrônico. O comércio legal e legítimo vem ocorrendo cada dia em maior grau e frequência mas compradores e vendedores hão de estar cientes de todas as implicações inerentes a este tipo de comércio. A disponibilidade geral da compra de brinquedos, vestuário, automóveis, alimentos, etc. através da Internet tornou-se comum para muitos usuários de computadores, celulares e tablets. Entretanto, usuários precisam estar alertas de que, com o crescimento do consume legal de bens e serviços, ocorre, por sua vez, o comércio de bens e serviços ilegais ou imorais de acordo com as leis específicas de cada país, como download ilegal de obras literárias e fonográficas por exemplo, bem como pornografia e jogos de azar. Os usuários de precisam aprender a como ser consumidores responsáveis na nova economia digital.

3.3 Comunicação Digital: troca eletrônica de informações Um das mudanças mais significativas dentro da revolução digital consiste no fato da habilidade de uma pessoa comunicar-se com outras. Até o século XIX, os modos pelos quais as pessoas se comunicavam eram extremamente limitados se compararmos à explosão dos meios de comunicação no século XXI. E-mail, telefones celulares, mensagens instantâneas, escaneamento de documentos, registro e envio de fotos de maneira instantânea vieram forjar uma nova concepção da palavra comunicação. As opções trazidas pela comunicação digital mudaram a maneira de como as pessoas se comunicam e os tempos envolvidos nessas comunicações, permitindo a elas estar em contato de maneira constante e rápida. Agora, qualquer pessoa munida de um aparelho digital e conectada a uma rede pode colaborar e comunicar-se com qualquer oura pessoa, nas mesmas condições, a qualquer hora e em qualquer lugar do mundo. Infelizmente, muitos usuários não tiveram a chance de ser informados sobre como fazer boas escolhas diante de tantas opções de comunicação.

3.4. Letramento Digital: processo de ensinar e aprender sobre tecnologia e seu uso.

Enquanto as escolas têm feito grandes progressos na área da tecnologia de infusão, muito está ainda por fazer. Há uma necessidade premente por um novo foco acerca de quais as tecnologias a serem ensinadas e como deveriam ser usadas. Nova tecnologias estão invadindo os espaços de trabalho, sendo usadas diariamente, e ao mesmo tempo, não estão sendo ensinadas na escola como, por exemplo, videoconferências e espaços compartilhados online como os wikis. Na seara do mundo do trabalho ocorre também que funcionários em várias diferentes ocupações, precisam de informações imediatas, (just-in-time information). Esse processo requere habilidades sofisticadas de busca e processamento de informações (o que chamamos de “letramento informacional”). Aprendizes precisam ser ensinados a como aprender numa sociedade digital. Em outras palavras aprendizes precisam ser ensinados a como aprender qualquer coisa, a qualquer hora, em qualquer lugar. O mundo dos negócios, as forças armadas e a medicina são excelentes exemplos de como a tecnologia vem sendo usada diferentemente no século XXI. À medida que novas tecnologias surgem, aprendizes precisam aprender como usá-las de maneira rápida e apropriada. Cidadania Digital envolve também o fato de que as pessoas precisam ser educadas de uma maneira nova – esses indivíduos precisam de um alto nível de competência em letramento informacional.

Da mesma maneira que ocorreu durante a Revolução Industrial, onde novas concepções de tempo, espaço novas maneiras de vida, invadiram os lares e espaços de trabalho das pessoas, usuários de tecnologia precisam reaprender com as novas possibilidades.

3.5. Etiqueta digital: padrões eletrônicos de conduta e procedimentos

Os usuários de tecnologia usualmente vêem essa área como um dos problemas mais prementes no que concerne a Cidadania Digital. Os seres humanos reconhecem um comportamento não apropriado quando o vêem, mas antes de usar a tecnologia, as pessoas não aprenderam sobre conduta digital, como por exemplo, conduta apropriada na internet. Muitas pessoas sentem-se desconfortáveis em falar com outras sobre sua etiqueta digital. Na maioria dos casos, regras e regulamentos são criados para conter os abusos ou a tecnologia é simplesmente banida do ambiente como meio de parar o use inapropriado como acontece em tantas escolas. A criação de regras e políticas de uso não chega a ser suficiente, é necessário educar as pessoas no intuito de fazê-las participar nessa nova sociedade como cidadãos digitais responsáveis.

3.6. Lei Digital: responsabilidade eletrônica sobre obras e ações.

Lei digital trata da ética da tecnologia dentro de uma sociedade. O uso antiético manifesta-se através do roubo ou crime digital. O uso ético, ao contrário, manifesta-se através do comportamento consoante com as regras da sociedade.

Os usuários precisam entender que o roubo ou dano a qualquer trabalho, identidade ou propriedade de outra pessoa online é considerado crime. Existem certas regras dentro de uma sociedade das quais os usuários devem estar a par dentro de uma sociedade ética e que essas regras são aplicáveis a qualquer pessoa que trabalhe ou se divirta online.

Aceder ilegalmente a informações de outrem, fazer downloag ilegal de músicas e filmes, , plagiar, criar worms, vírus ou Cavalos de Tróia, mandar spam ou roubar a identidade ou propriedade de qualquer pessoa é considerado antiético.

3.7. Direitos e Responsabilidades Digitais: direitos e liberdades digitais estendidas a todas as pessoas incluídas em um mundo digital.

Como na constituição Americana onde consta uma Carta de Direitos, existe uma lista de direitos básicos que deve se estender a todo e qualquer indivíduo inserido em uma sociedade digital. Digital citizens have the right to privacy, free speech, etc. Basic digital rights must be addressed, discussed, and understood in the digital world. With these rights also come responsibilities as well. Users must help define how the technology is to be used in an appropriate manner. In a digital society these two areas must work together for everyone to be productive.

3.8. Saúde e Bem-Estar Digital: bem-estar físico e psicológico num mundo de tecnologia digital.

A segurança da visão, lesões por esforço repetitivo e boas práticas ergonômicas são questões que precisam ser abordadas num novo mundo tecnológico. Para além dos problemas físicos, estão aqueles problemas psicológicos que estão tornando-se mais prevalentes, tais como a dependência da Internet. Os utilizadores precisam ser ensinados que há perigos inerentes à tecnologia. A Cidadania Digital inclui uma cultura onde os utilizadores são ensinados a proteger-se a si próprios através da educação e da formação.

3.9 Segurança Digital (auto-proteção): precauções eletrônicas para garantir a segurança

Tratamos aqui da necessidade de proteção contra vírus, cópias de segurança dos dados pessoais e mecanismos de controle de surtos nos equipamentos. Como cidadãos responsáveis, é necessária a adoção de processos de proteção de nossa informação contra a interferência de forças exteriores que podem causar perturbações ou danos irreversíveis como o roubo de senhas e documentos.

4. A pesquisa: metodologia e resultados

Foi realizada uma pesquisa com pais de trinta e sete alunos de escolas privadas e públicas da cidade de Belo Horizonte, Juiz de Fora e Rio de Janeiro. Esta pesquisa consistiu na resposta a um questionário de dez perguntas sobre preocupações dos pais quanto ao acesso ininterrupto de seus filhos à internet possibilitado pelos dispositivos móveis. Este questionário foi veiculado através da ferramenta SurveyMonkey e teve como premissa o total anonimato devido à natureza do assunto abordado, visando à proteção e liberdade dos respondentes.

A partir das respostas obtidas foram realizados gráficos para a compreensão das preocupações da família acerca do tema tratado.

Analisando os dados obtidos, notamos que as idades mais presentes são quatro anos com 3,85%, cinco anos com 11.54%, seis anos com 19.23%, sete anos com 3.85%, oito anos com 7.69%, onze, doze e treze anos com 3.85% cada, quatorze anos com 7.69%, quinze anos com 15.38%, dezesseis anos com 7.69% e dezessete anos com 11.54% do percentual total. Crianças com idade até nove ou dez anos, não tiveram percentual de representação na pesquisa.

No quesito acesso à rede, a maioria dos respondentes aponta que os filhos têm acesso pela rede wi-fi de casa e pelo celular com 51.43% das respostas.

Pouco mais da metade dos entrevistados se preocupa com o conteúdo acessado pelos filhos, com 58.33%, enquanto 16.67% apesar de se preocuparem, acham difícil controlar o que os filhos acessam sendo que a abordagem dos filhos por pedófilos, figura como a principal preocupação com 75%, seguida igualmente de exposição à pornografia e contato com pessoas que possam incitar a práticas nocivas à saúde física e mental de crianças e jovens, com 66.67%. O Bullying, seja aquele praticado, seja aquele sofrido, figura igualmente com 30.56%.

Quando o questionário aborda a segurança na web, a maioria dos pais busca proteger os filhos através de conversas explicando os perigos 30.56%, ou através de checagem contínua dos conteúdos abordados quando os filhos estão na internet 41.67%. A articulação com a escola sobre maneiras de proteger as crianças teve representação mínima 2.78%, assim como o hábito de vasculhar escondido os aparelhos dos filhos.

Para os pais, a responsabilidade da educação dos filhos acerca das melhores práticas na WEB é da própria família segundo 61.11% dos respondentes, 52.78% acreditam que seja uma tarefa compartilhada entre escola e família, 5.56% que seja uma tarefa específica da escola pois é onde os estudantes passam mais tempo e 2.78% acreditam ser compartilhada, com a prevalência da responsabilidade para a escola.

Pais acreditam que o comportamento de seus filhos na rede mundial de computadores é igual ao seu comportamento em relações físicas segundo 22.86% dos respondentes, 34.29% acredita que o comportamento de filhos deva ser monitorado para evitar perigos a eles e a outros e somente 2.86% acreditam ser uma variável desconhecida, pois cada ser humano é único independente da educação que recebam. Nenhum dos entrevistados levou em consideração a afirmação de que o comportamento dos filhos possa ser pautado pela volatilidade das relações da era atual, 0,00%.

A maioria dos pais permite que os filhos estudem consultando dispositivos móveis como celular/tablets com 62.86%, 45.71% permitem que seus filhos tenham perfis em redes sociais e 42.86% que seus filhos estejam sempre com seus celulares. Apenas um respondente, 2.86%, permite que os filhos usem celular quando estão à mesa, durante as refeições, enquanto 17.14% o permite se for uma consulta urgente ou rápida. Oito respondentes, 22.86%, permitem que seus filhos façam compras pela internet.

A maioria dos pais, usa como proteção de equipamentos, sistemas antivírus 70.59% e apenas 8.82% previne problemas usando filtros de monitoramento para detectar sites não idôneos. Metade dos pais tem permissão dos filhos para acessar seus equipamentos – celular/computador/tablet – acesso irrestrito ao quarto dos filhos 48.57% mas somente 22.86% tem as senhas de equipamentos móveis dos filhos.

Os dados mostram que pais ainda têm uma noção enevoada sobre a importância da rede internacional de computadores sobre seus filhos. É fácil notar que acreditam ter o controle sobre o tempo, os sites e os tipos de interação de seus filhos dentro da internet.

Como poucos têm as senhas de seus filhos, torna-se inviável um monitoramento eficaz e real dos aparelhos das crianças e jovens, visto que, este monitoramento ocorre quando os indivíduos estão online apenas na presença dos pais. O dado mais surpreendente foi a ausência de filtros de controle nos eq uipamentos acessados pelos filhos, mesmo quando os pais acreditam que, a responsabilidade para esta formação seja majoritariamente da família. Não há uma conscientização dos pais sobre a articulação família-escola, apesar de muitos pais acreditarem que esta função deveria ser compartilhada.



Referências

Ribble, M. and Bailey, G. (2007). “Digital Citizenship in Schools”. International Society for Technology in Education. Eugene, Oregon – Washington D.C.

Westheimer, J. (2015). “What Kind of Citizen? Educating our children for the common good.” Teachers College Press.

Maeroff, G. I. (2008). “A classroom of One.” Teachers College Press.

Schofield, J. (2003). “Computers and Classroom Culture”. International Society for Technology in Education – Eugene, Oregon – Washington D.C.

Ravitch, D. (2007). “Left Back: A Century of Battles Over School Reform”. Teachers College Press.

Arendt, Hannah (2002) “As origens do totalitarismo” Companhia das Letras, São Paulo 12ª Ed.

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